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Eu, no piano

Eu, nenhum intelectual de chave perdida, sem jeito para anjo da guarda de sujeitos como Barthes, Bachelard ou Perniola – todos mortos -, também tenho as minhas ambições.

Uma dessas é criar poemas perfeitos.

Eu acredito que há uma fase-face da vida em que a poesia vem ao encontro do Poeta, e a face ficará disponível para sempre; é, porém, como uma porta sagrada, que não é acessível sem certos preceitos, e a sua ausência é muito mais sublime.